sábado, 30 de janeiro de 2010

23/02/08


Olhe, ouça, são os pássaros lá fora, me dê sua mão.
Há muita coisa para ser vista além das paredes sem vida da sua alma... Venha, quer que eu te mostre o caminho?
mê de sua mão, depressa.
A vida é muito curta para ser desperdiçada, e cada fração de segundos pode ser mortal.
Ah meu amor, não podermos perder tempo, ande, eu te mostrarei o caminho. Porque o resto é contigo!
mais não só olhe com os olhos em que você esta acostumado a ver,
olhe com os da alma, e você saberá pra onde estamos indo..
eu perigosamente demorei demais para perceber o quanto é bom ter a liberdade da alma...
Corra, cante, pule, aproveite enquanto há vida.Depois vem o outono e nada será tão belo quanto nesse segundo.
mais não vá depressa, a felicidade te espera, se vc estiver caminhando com esperança;
A primaveira esta aí,
e poucas pessoas saem dela com a esperança e a certeza de viver a próxima [...]

07/11/08

Paciência realmente é uma palavra que há no meu dicionário a cada duas ou três palavras de desespero.
ela aparece sempre quando estou prestes a estorar. e na maioria das vezes isso acontece com frequencia. não me estresso por pouca coisa, sem sombra e pingo de dúvidas. eu não me envolvo com nenhum tipo de sentimento. nem com os meus, e muito menos com os dos outros! não quero correr o perigo de fazer com os outros, o que um dia ja fizeram comigo. e acabar transformando tanto a vida de alguém como um outro alguém que eu nem sei bem quem acabou me teletransportando por uma vida totalmente diferente da que eu planejei pra mim.
mais também, não posso ser covarde e não ter a coragem de dizer que a pior pessoa que poderia ter entrado na minha vida acabou sendo a minha melhor lição e a minha melhor vida.
sim! eu não posso, nao quero e não devo negar que com outra pessoa eu aprenderia as mesmas coisas que aprendi so de te olhar. mesmo estando junto, acho que não haveria ligação entre o jeito de olhar, de se tratar, de se comunicar atraves do silêncio.
você foi o meu silêncio esse tempo todo. um silêncio e uma solidão que eu gostava de ter. longe de ti eu aprendi a primeiro amar, pra depois pensar em ter. sem cobranças, sem toque, sem malicia, sem idéia nenhuma de possuir. simplesmente amar!
jamais, jamais, jamais, nunca eu irei aprender com um outro alguém o que eu aprendi com teu olhar, teu silencio e a tua maneira.
pessoas que nos ensinam a admirar a conversaentreolhares são as mais especiais. pois nos ensinam a ver com os olhos do coração, da alma, da inocencia, da sinceridade, sem falsidade de palavras e gestos forçados.
nosso amor foi puro. e eu sei que nossos olhares se amaram. e eu te devo muito!
e deixo tudo isso ir embora, antes que eu aprenda com outros alguém's o que todos ensinam sem perceber.

com a consciencia de que eu esperei o tempo certo pra te esquecer.


Re-conhecer.

Inconscientemente ou não, eu sempre procurei por algo, mas eu nunca soube muito bem pelo que. Sempre havia alguma coisa nas pessoas que eu conhecia, que me atraia. Um sorriso único, uma voz que me acalmasse, uma coisa que falassem que me fizesse querer ficar horas e horas a ouvindo, assuntos em comum, gostos em comum.. Até mesmo as diferenças em algumas pessoas, eram capazes de me prender. Pelo fato de ter algo novo (pelo menos para mim). Eu nunca entendi muito bem o por que de eu ser assim, e muito menos entendia o fato de eu querer ficar tentando encontrar alguém que em algum momento eu perdi, e tentava encontrar pedaços da mesma por ai, em outros. Talvez seja por isso que sempre quando eu começava a gostar de alguém por algo que me atraia, em poucos meses ou até mesmo em questão de dias, conhecendo os outros lados da pessoa, eu não me reconhecia ao seu lado. Parecia que tudo estava acontecendo só por acontecer, sem algum motivo específico. Mas eu não me arrependo dessa minha procura, fico feliz até mesmo com os pequenos pedaços dela que eu esbarrei por aí. Eu encontrei o quebra-cabeça inteiro a umas semanas atrás, e eu só o reconheci por saber todas as peças que estavam faltando. Eu acho que procurei, mesmo não sabendo disso. E eu sempre achei que eu não pertencia a esse lugar, só não entendia muito bem o porque, hoje eu tenho a resposta de todas as minhas perguntas. Meus pedaços estão todos, lá na capital. Todos juntos, em uma pessoa só, e de brinde um encanto que não fazia parte dos meus pedidos. (Ou eu talvez não sabia dessa parte do quebra-cabeça, porque SÓ ele tem esse encanto, e mesmo se eu procurasse por todos daqui, jamais reconhecia essa peça. Só ele a tem). E eu acho que eu entendo o que ele diz em relação a 'saudade'. O que eu acho que somos, é dois pontos que alguns quilômetros distanciam, mais acredite existe uma linha entre isso, e vai muito além do que eu possa ou consiga explicar. (:
O seu nome é a resposta de todas as minhas perguntas e 'porques', e eu nem sei porque perdi o meu tempo em grandes textos que estavam perto. E é muito bom o re-conhecer.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

If I could just see you.. Everything would be all right!
If I had see you (...)









quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Vou sumir. Mais não como das outras vezes.. Deixando proporcionalmente marcas e pegadas para onde eu pretendi algum dia ir (porque apesar de tudo, eu nunca fui embora realmente). Eu deixei tantas pistas, tantas coisas jogadas no ar, palavras a dizer, textos que decorei à frente do espelho para dizer o porque de eu querer tanto que as coisas tivessem dado certo conforme o MEU certo. E pra que? Você sempre me encontrou, não por querer encontrar quando eu desapareci da sua vida, mais porque eu realmente nunca fui embora de verdade. E não se acha de volta, o que nunca foi embora de verdade.Sua vontade sempre foi me ter como várias vezes vírgula, e eu sempre quis que você fosse também para mim.. Mais para marcar coisas boas conforme elas, e não para me deixar para mais tarde, se acaso você alguma hora e algum momento ruim seu, você precisasse do meu amor para 'recomeçar'. Nós já recomeçamos várias vezes, e em todas elas promessas foram ditas e no finais delas, eu vi pedaços das mesmas, jogadas como se fossem os meus ouvidos que as tivessem as criado, e não suas palavras as tivessem falado. E pra que? Eu te pergunto, pra que continuar com uma história que só existem mais capítulos com títulos ruins, começos ruins, e finais bons, se depois de tudo, TUDO volta a mesma?! Começamos com uma desculpa, e terminamos a encontrar várias delas pelos finais. Enjoei de desculpas, pedidas e aceitas. Enjoei de querer sempre te ter aqui, e você sempre estar, e quando eu olho pro lado vejo que foi embora, sem dizer o porque e para onde foi. Cansei das suas voltas e dos seus momentos ruins. É. Eu entendo.. Entendo que você passe por momentos ruins, mais são devidos a escolhas suas, e hoje, só hoje, eu percebo que eu vivo demais em torno das tais escolhas suas. Pela primeira vez eu escolho escolher minhas escolhas. E mesmo se você gritar de verdade alto, dessa vez: Eu te amo.. Eu não vou escutar. Meus ouvidos estão tampados e agora eles só ouvem a voz da minha razão,














espero que pelo menos ela, queira o meu bem 24 horas por dia, 7 dias por semana, 30 dia por mês. Meu amor não aceita mais metades e nem aceita mais pedaços dos seus restos que ELA deixa quando te chuta pra fora da vida dela.. Entenda, amor.. Eu não estou te chutando para fora da minha vida.. Sou eu quem estou saindo da sua. E um dia, quem sabe, você perceba que você dá chutes que você nem mesmo vê.













Peguei minhas armaduras, as vesti, e quando alguém vier com algum pé (proposital ou não), quem vai quebra-lo ao chutar minhas armaduras será eles e não mais eu. Eu não posso quebrar o que já foi colado várias vezes. Minhas vistas estão ruins, e acredite, não vai mais enxergar os cacos para os pega-los, e uma ultima coisa:
Cuidado com seus chutes. Um dia você os darás com os dois pés, e quem vai tombar, vai ser você. É o meu último conselho..

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

E o que me alivia (um pouco), é que, pelo menos não poderão dizer que não tentei. Alguns olharão e dirão que eu sou fraca, que eu não consigo direcionar minha vida para tentar encontrar (encontrar?), alguém que goste de mim, da mesma forma que eu tenho a 'capacidade' de gostar. Talvez não seja questão de encontrar ou não, talvez seja questão de que esse é meu destino mesmo. Quem sabe o que eu encontrei, a não ser eu mesma? As pessoas não sabem de nada. Elas só cogitam alguma louca hipótese de acordo com as suas próprias teorias, e daí é que surgem as confusões, e acabam dilacerando cada vez mais o que nós tentamos impor a nós mesmos.. Quer dizer, eu impus muita coisa.. Fiz listas dentro de mim, e coloquei na cabeça que ele iria sair do meu coração. MAIS QUEM FOI QUE DISSE QUE CORAÇÃO E RAZÃO NÃO ANDAM JUNTOS? O meu corpo é um só. Eu nunca soube separar razão do coração, talvez por fazer do meu coração a minha razão e vice e versa. Mais daí eu já chorei, já sorri. Já dias para se chamarem de PRESENTE, e já tive um passado para eu querer mesmo dizer que foi PASSADO. Mais e daí? Mudou alguma coisa o que eu fiz e deixei de fazer, para as outras pessoas? Quem sabe se eu tivesse partido daquela hora, ter deixado coisas que eu jamais queria deixar, e ter entregado meu coração/razão, para alguém mais equilibrado, eu teria conseguido meu ponto de equilibrio? Meu ponto certo. Mais ele nunca foi um ponto para mim.. Ele sempre foi vírgulas, reticencias, mais nunca foi meu ponto (porque pontos, geralmente marcam finais, e apesar de nós termos tido muitos, o começo sempre foi nosso lema) Ele só é meu equilíbrio.. Meu eterno parágrafo, daqueles que primeiro precisam dele, para começar grandes textos. E, se me perguntarem algum dia, se valeu a pena mesmo não ir embora, eu direi que não sei. Porque nunca se sabe o que teria acontecido não é mesmo. Mais se me falarem: Vem?. Eu direi que não. Esqueceu que eu disse que eu sou desiquilibrada mesmo? Ele também. E por isso nós nos equilibramos tanto assim. Nada derruba ele, porque primeiro precisam me derrubar. E sinceramente, algumas coisas não me atingem mais. Meu equilibrio está no meu coração.. E eu não quero mais cair..














Pelo menos por enquanto. E mesmo se cair, ele além de coração, é corpo.. e vai me levantar!
Espero que seja assim, sempre. (:

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

'..eu nunca quis que fossemos Um só. Nunca fexei as portas de saída, e sempre deixei a porta da emergência aberta -pra quê em caso de todo esse circo pegar fogo, você tivesse para onde correr. O meu único erro foi ter fechado as portas do meu coração, e ter te entregue a chave inconscientemente,ou até consciente demais para você, e ter esquecido dê que não haveria outra chance de recupara-lá -pois não haveriam cópias. Pois eu queria que essa chave fosse única. (E foi). E eu não espalhei várias delas por aí. Você era o único que à tinha visto, e era o único que havia à tocado. Nunca me espelhei em ninguém pra tentar buscar no infinito, algo bonito pra contar como foi a nossa história. Sempre quis que ela tivesse a proporção exata para eu me lembrar dela, pra sempre. E hoje eu lembro que saudade é pra quem se apega ao lado físico, e esse nunca foi o ponto forte da nosso convívio. Porque nós queriamos sermos mais fortes que tudo. Maiores que as dores, maiores que as razões pelas quais nós buscávamos conforto um no outro, maiores até que nós mesmos..
e foi buscando sermos maiores -e melhores, em tudo, que uma simples faísca de palavras que foram ditas sem termos a consciencia de para onde elas iriam,me levaram a perceber que você não sabia e não se lembrava de que eu havia dito de que a porta de emergência ficaria bem longe de tudo aquilo que nós construimos à nossa volta. E o circo pegou fogo. As chamas estavam aumentando cada vez mais. E eu só queria que você tivesse lembrado do dia em que tinha dito que a porta de saída ficava NAQUELA direção. Mais você não ouviu. Você nem se quer prestou atenção. E eu tive que te lembrar, de novo. E você saiu,





Quem esqueceu de que a porta de emergência só poderia ser ultrapassada por uma pessoa só, fui eu. Como esqueci de te avisar de que em caso de incêndio eu ficaria pro lado de dentro.
E se eu tivesse dito? Você permaneceria comigo, mesmo sabendo que nós dois ficariamos presos ali? Haviam outras saídas. Mais você sempre foi a unica em que eu queria conhecer.As janelas estavam abertas, mais eu nunca soube aonde elas permaneciam [...]...'
O que fazem as pessoas, não são o que elas são fisicamente, nem o que elas dizem, mais sim quem elas realmente são. (...)


Uma vez, disseram isso pra ela. Não.
Acho que disseram isso mais de uma ou duas vezes. Não se tem notícias da quantidade, ao certo. Só se sabe que ela ouviu.
Porque, de uma forma irrelevante, esqueceram de que ela não havia partido para a estrada. Nem havia a conhecido, ainda.
Esqueceram que ela não havia dado nem o primeiro passo, e consequentemente, ela não teria aprendido o que só se aprende caminhando: A OUVIR. 'Não só por ouvir', mais traduzir -ou pelo menos tentar- o significado do que se ouve.
Os que falaram, esqueceram de avisar. Os que estavam do lado ouvindo tudo, esqueceram de lembrar os que disseram, e os que sofreram com os erros dela, esqueceram de que os que a avisaram, esqueceram de lhe falar o principal.
Esqueceram. Simplesmente por não saberem, que era a primeira vez que ela havia conhecido o mundo.
Porque antes dela partir. Antes dela partir de dentro de si - para dentro dos outros - , ela era só tinha que preocupar-se consigo mesma. E isso é fácil. Porque as consequencias eram só dela, e não havia o medo e nem a preocupação de machucar alguém.

E os que esqueceram. Acusaram e,
Mais não só acusaram.
Jogaram pedras.

Não só jogaram pedras e acusaram,

jogaram pedras, acusaram e de uma forma esquecida, não lembraram de que eles proprios ja haviam errado no primeiro passo.

E ao cair, ela aprendeu a levantar-se sem a ajuda de ninguém. E nesses aprenderes, aprendeu principalmente que o principal da vida, ninguém nos avisa.
E que quando ela for dizer isso a alguém, ela vai esquecer de avisar também -como haviam esquecido de lhe avisar.
, porque não se lembra mais, como se aprende a ouvir.

Só ouve, segue e pronto,
A-s-s-i-m,






sempre se esquecendo...
E esse é o tipo de coisa que não dá pra controlar e muito menos prever. Quer dizer, eu sempre previ o quais serias as opções de onde isso tudo iria dar, mããs, acima de qualquer coisa, ainda havia esperança. E quando essas esperanças se esvaziam? E o que te mais te preenchia, foi embora? Pra onde correr? O que fazer? A tua falta anda me fazendo um mal absurdo, garoto. Só hoje,
e depois de todos esses dias, só hoje eu sei que ás vezes livrarmos do que nos dói, pode ser mais doloroso ainda...
Só hoje... depois de me lembrar da palavra Felicidade, eu senti falta de você. E só pra variar eu soltei um: Volta,







mais daí eu vi que todas as portas estavam fechadas, e eu não quero lembrar aonde escondi as chaves de mim mesma.


Só pra variar..

Des(encontrar) (?)

Queria pode saber entender o que está por trás das palavras de quando você diz que nunca vai mudar o que existe entre nós. As coisas andam se contradizendo, você especialmente se contra-diz muito. Diz uma coisa, e age completamente diferente do que diz. E eu sempre saio confusa dessa história. Pra falar a verdade eu saio nessa história de várias maneiras.. Saio confusa quando você diz algo e não age correspondendo ao que voce disse.. Saio triste quando você some, desaparece e não manda notícias.. Saio irritada quando as pessoas vem me falar aonde você foi, com quem você estava e até a que horas voltou.. (mesmo eu não perguntando, sim.. Elas SÓ sabem falar de você, como se o assunto principal da minha vida fosse o que tu faz e o que tu deixa de fazer).. Saio chorando quando eu desisto de tentar te entender e tenho vontade de sumir. Sabe aquela história de pessoas que sentem vontade de cavar um buraco no mundo e se enfiar dentro dele? Pois é. Eu sou faço parte dessas pessoas.
Eu corro para todos os lados, atrás de uma solução. Procuro em cada canto, em cada curva, em cada esconderijo.. E eu acho de tudo..
Daí o caminho que eu sigo, nunca parece o certo. Vem alguém e me mostra um atalho, ou eu mesma acho vários atalhos.. e nesses atalhos eu acho muita coisa..
Acho até mesmo você. Porque de tudo um pouco, me lembra o teu jeito e a tua maneira.. E daí eu saio confusa, DE NOVO. Porque isso é um cliclo vicioso do qual eu não consigo escapar. É como uma roda gigante que roda e não pára, ou até mesmo um relógio onde os nossos ponteiros tenham que passar por todos os números, até chegar a hora EXATA onde nós nos encontramos um no outro. Ou você me encontra, ou eu te encontro. Mais no final dá sempre na mesma.
E as pistas que a vida me trás, é dificil decifra-las, elas nunca dizem concretamente o que eu devo fazer pra ficar em paz, finalmente.
Talvez essa paz não exista. Talvez essas pistas sejam sidas colocadas por alguém inimigo. Quem sabe.. Existem tantas coisas ruins por aí, não é mesmo? Talvez eu me perca por aí e não me encontre SOMENTE em você. Que eu me perca, e TE desencontre, de vez.
Ou eu mesma me ache, e não me desencontre comigo mesma, nunca mais {....}

Se foi.

O meu ciúme, a minha raiva por saber que ele sempre vai agir da mesma maneira, e o meu medo de ser sempre assim, eu sempre soube direcionar isso de uma forma boa - não em uma coisa boa 'positiva', pois são coisas que são estupidamente negativas e eu não tenho essa força toda para transformar isso em algo recuperável. E sabe, ontem.. Somente ontem eu pude perceber o quanto em determinados assuntos que dizem em relação a ele, eu costumo tirar forças de onde não existam. Eu sempre fui assim. Minhas histórias eu sempre guardei a sete chaves em um lugar onde eu me escondo, e onde tempos depois eu sempre esqueço aonde coloquei. Sempre foi assim. Eu sempre crio, moldo, escrevo, falo, penso, sinto.. E sempre no final de tudo, as coisas sempre vão parar no mesmo lugar. Eu sempre esqueço. Tem sido assim desde eu aprendi que eu não sou totalmente inteira quando ele está longe, ou quando algumas pessoas simplesmente não se importam. Talvez eu me sinta mal por isso, simplesmente por me importar demais.. Por querer saber demais como ele anda, como ele se sente e como ele fica depois quando age de uma forma errada, ou quando eu ajo de uma forma errada. E nossos lados sempre foram empatados. Nunca houve quem procurasse mais ou quem procurasse menos. Nós sempre empatamos no final de tudo. E quem sabe, seja por isso que eu sempre arrisquei em tentar outra vez. Mais dessa vez é diferente, totalmente e sem dúvidas. DESSA VEZ tem um lado errado. E ele está bem dentro dele.. Emoldurado com todas as suas próprias cores em que eu sempre fiz questão de ficar parada, olhando.. Simplesmente por olhar. Mais eu não vejo mais cores. Não mais nele. Hoje eu vejo que todas elas foram fruto de uma imaginação mal canalizada, mal direcionada. E nesse ponto, EU fui a errada. Fui eu quem pensei que ele fosse colorido, lindo, perfeito.. Mais não é. Nunca foi. Só o que meus olhos queriam ver eram assim. Mais agora estamos empatados, de novo. Pois nós dois estamos errados. Mais nesse jogo não tem quem perca, e não tem quem ganhe. Quer dizer, eu sei que vou perder muitas coisas ao deixar as coisas como estão.. Vou perder sorrisos, vou perder momentos que foram deixados para trás e vou me perder nas nossas promessas..Mais e daí? Ele sempre se importou. Não, ou melhor.. Eu sempre achei que ele se importasse.. Pois conseqüentemente eu sempre transformei o que minha imaginação queria ver, e tele-transportava e vestia ele com todas as faces que eu queria ver. Mais ELE TAMBÉM VAI PERDER.. Vai perder os Eu te amo, vai perder a chance de ter sido para alguém tudo o que um dia as pessoas tenha-se imaginado ser perfeito até aonde pode-se ser. Vai perder alguém que esteve do lado, e vai perder uma vida. Pois eu sempre deixei a minha pela dele. Ele tinha duas vidas. Uma dele, e uma minha. E foi ele quem quis assim. Ele quem a conduziu errado, e errou duplamente.. errou na dele, e errou na minha. E quanto a mim? Bom, quem sabe eu nunca tenha sido apaixonada por ele. Mais esse é um 'quem sabe, que não existe que saiba realmente.'. Eu sempre fui apaixonada pela minha imaginação. Pois ele sempre foi fruto dela.. Quer dizer, o que eu via sempre era o que ela queria que fosse. Ontem ela sumiu.. Assim, sem dizer Adeus e sem dizer se um dia vai voltar. E comecei a perceber que os olhos que veem a realidade, sempre estiveram ali. Fui eu que nunca os quis. Hoje não tem mais escolhas para enxergar isso. A vida É ASSIM. Ela tem dá escolhas, e você as escolhe. Mais se não são as certas, ela as te tira e sem dar avisos prévios de quando isso vai acontecer. É assim, e pronto. A imaginação se foi,











e sabe, tomara que ela nunca mais volte. (:

É engraçado..
- O que é engraçado?
- Ah, é difícil de explicar.. Não engraçado de rir, é engraçado por ser raro.. Sei lá. Eu já vi você passando por dias ruins, naqueles dos quais qualquer pessoa enlouqueceria se durasse 2 horas.. Já vi as pessoas aprontarem contigo e já vi elas errarem com você e elas não receberem qualquer tipo de raiva sua, por elas agirem dessa forma. Já ouvi palavras suas que me fizeram chorar e já quis ser amado por alguém - e amar, da mesma forma que você ama. É tão, puro, tão simples, tão [...]
- TÃO comum. As pessoas geralmente costumam achar que temos que ser perfeitos uns com os outros. Esquecemos que erramos, pois o medo de perder o que demoramos tanto para conquistarmos e a 'raiva', a 'magoa', e qualquer sentimento que tenhamos quando estamos diante de uma situação em que nos deixa-nos tristes, tampam nossos olhos. Daí sempre fica difícil vermos e entendermos que já erramos. Não da mesma forma. Erros diferentes, mais o que manda aí são os pesos dos erros.
- É. Alguns erros são tão pesados que causam nas pessoas uma repulsa tão grande de perdoar. Medo da pessoa errar de novo, e aí as amizades se vão, os amores passam, e o medo de ficar sozinho chega e toma o lugar delas.
- Não são medo das pessoas errarem de novo, que temos.
- É o que então?
- É a dúvida que temos se o nosso coração é puro o suficiente para perdoar quantas vezes fosse preciso. Temos medo de não sermos fortes o suficiente, e não se a outra pessoa vai te trair novamente ou se ela vai te deixar outra vez. Não é questão dos outros. É uma questão de nós mesmos, entende? A partir de então as pessoas costumam deixar passar desculpas que poderiam ter sido aceitas e também pedidas, só pelo medo de sofrer de novo.
- É. Você costuma perdoar demais, não é mesmo?
- Não. Eu já passei dessa fase de perdoar, hoje eu peço mais desculpas do que ouço.
- Porque isso? Os seus amores costumam passar sobre você e nunca nenhum conseguiu te derrubar. - Não todos. Só um. - Mais eu nunca vi você sofren (...)
- Sofrendo. É. Não explicitamente. Eu sofro por dentro, não por fora.
- Então o seu 'interior' tá de pé ainda?
- Sim. Ele não derrubou o meu interior - não o que de bom existia em mim. Ele derrubou os meus orgulhos, e o muro que existia entre mim e o 'perdoar'. Ele me ensinou as desculpas. A pedir e a ouvi-las, aceita-las, entende-las.
- E ele? Aonde esta?


[...]










- Ah.. Derrubando alguns outros muros por aí.    

domingo, 3 de janeiro de 2010

E ela, inconscientemente (ou até consciente demais), tentava escapar daquilo que lhe prendia. Os dias passaram, e ela desejava com toda a vontade do mundo, que algum dia, as coisas mudassem. E porque não naquele dia? Se as coisas realmente, um dia pudessem mudar, porque não poderia ser naquela hora? O sol se punha, e logo em seguida ia embora.. e ela nem se quer notava. Justo ela. Justo a doce menina, que tanto observava, que tanto queria conhecer, que tanto conhecia.. e que de todas as coisas que sabia, acabava se perdendo dentre elas.. E foi se perdendo tanto, que se achou em alguém que nem se quer sabia o que queria de verdade, encontrar. Os dias foram passando mais e mais, e os dois começaram a achar que tinham sido algo em outra vida um para o outro (se acaso ela existisse). Em muitas das vezes suponham que aquelas conversas já teriam sido postas nas linhas das suas vidas e escritas com a mais bela e pura tinta com que pode-se escrever grande histórias. Se encantaram com o começo, se estabeleceram no meio e desconheceram o fim. O fim é linha em que quando se ultrapassa já não existe mais ele, pois já desaparece aquilo que existiu de verdade e o que sobra são as lembranças dos encantos e do estabelecido. Mais o encanto não existe mais. Não tanto. Ela aprendeu a não se encantar com começos, e a não se estabelecer nos meios. Ele aprendeu a NUNCA ter desejado o FIM.
E, eu já chorei várias vezes, pensando que você iria se importar,













mas agora vou rir só me importando comigo mesma..'